quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

(A)TENSÃO

                                                       (A)TENSÃO
De um tempo à este, cá entre nós, aqui na minha panela, como habitualmente tenho vindo a chamar. Noto nesta plataforma-Redes sociais, principalmente o Facebook. Vários escritores, advogados mais que Advogados, mestres,  consultores, moralistas, professores, linguista e tantos...mas, tantos.
Será que estes tantos, são:
Conhecidos ?
Sabem o papel da Universidade? 
Qual é a entidade que os gradua?
Que títulos académicos, ou experiência de vida  possuem?
O que entendem de  Redes Sociais…
Colocaria uma série de questões, cuja enumeração seria interminável.
Por cá se colocaria questão da abruptalidade do acesso à Internet?
 Sem sabermos de facto, o que ela é.
Os amigos de outros mundos, olham para nós, como  bons entendedores. Criando naquelas fardos de bons cordeirinhos.
Será que somos?
Dubitado...
Generalização? Efectivamente não. 
Devemos ser um pouco cuidadosos ao lermos pequenas coisas boas.
Nem tantos são mestres... há aqui frentistas, kandongueiros de Cristo-Dito pelo poeta de Benguela...
A nossa humildade é nosso escudo de Ouro e de combate.
Fazê-lo vaguear na fartura da hipocrisia seria um Rómulo de ventos por coleccionar.
Saudações!


terça-feira, 22 de novembro de 2016

SEM EDUCAÇÃO NA EDUCAÇÃO

Já lá se foram os dias em que o educador era realmente o combatente da linha da frente, dito bem dito pelo Primeiro Presidente da Republica (Popular) de Angola. Sim, R. Popular de Angola, com algum descontexto talvez, mas, foi óptima, a Educação era a arma de libertação e o Professor e Professora a munição, o Carregador.
Daquele tempo para este, visões nascituras se criam, valores moribundos se reproduzem, culpas formadas se dirigem.
Afinal, existe educador e educadores ou não?
Servem de elo ou não?
Os restantes onde estão?
Claro que não sucumbiram, não pereceram, estão aí na educação. Candongueiros de cristo, acrisoladores da verdade que gerou a lógica. Hoje tudo se perdeu, tudo se procura e nada se encontra. Teorias se criam soluções se desconhecem.
Afinal educar é o quê? 
Educar é sim o processo de ensinar e aprender, fenómeno necessário a  qualquer sociedade e em grupos constitutivos dessas, acto responsável pela sua manutenção, perpetuação, transformação e evolução da sociedade a partir da instrução ou condução de conhecimentos, disciplinamentos (educar a acção). Sim acção que deverá ser necessária para a transmissão dos reais valores da cultura desse povo, sua relação com os demais povos ou grupos: educar é doutrinação às gerações que se seguem, dos modos culturais de ser, estar e agir necessários à convivência e ao ajustamento de um membro no seu grupo ou sociedade, ou seja, é um processo de socialização que visa uma melhor integração do indivíduo na sociedade ou no seu próprio grupo.
Será que aqui temos educados? Claro que temos, e, em pontapés. Andam na Educação? Poucos. Andam a fazer serenatas na praça do cubículo.
Cuidando do lugar que seria dos políticos, educadores que andam na Educação. Que por várias Barreiras não conseguem criar o elo com as gerações do hoje e amanhã.
Resultado: Criam rebeldes, anarquistas, oportunistas, assassínios dos valores mais sagrados, cleptocratas, políticos bandidos, medrosos do bem, Txunabeibadas e tantos ouros.
É bem verdade que o educador nunca esteve só na Escola pois ela,enquanto processo de sociabilização, é exercida nos diversos espaços de convívio social, seja para a adequação do indivíduo à sociedade, do indivíduo ao grupo ou dos grupos à sociedade. Nesse sentido, educação coincide com os conceitos de socialização e endoculturação, mas não se resume a estes, pois, são opacos carecem de completação.
O Educador aqui na banda é oque menos se lhe dá valor, é o mais abusado, o mais pisoteado, o mais abusado, o mais ferrado, enfim…
Até um criminoso deputado escarneia o educador sem dó nem lá.
É importante que o Educador seja devolvido no seu real meio, que a prática da Educação seja valorizada e não meros discursos em maratonas, o Educador é o Combatente da linha de frente” Dizia António Agostinho Neto”- pai desta Nação. A Nossa História é de Luta e o nosso triunfo é de Glória. O Educador é um Professor!
Ainda disse Neto: Não basta que seja justa e pura a nossa causa, é necessário que a pureza e a justiça existam dentro de nós…
Neste dia do Educador, não desejamos felicidades,mas sim ansiedades.

Lobito, 22 de Novembro de 2016
A Redacção
                                                       www.mulembadeideias.blogspot.com

segunda-feira, 12 de setembro de 2016

O Caldo do Reencontro do Lobito trouxe Reencontro


Aconteceu neste domingo " 11 de Setembro"no Lobito,mais uma edição do Caldo do Reencontro, promovido pela Casa Rosa e promoções de Eventos do Lobito. Nesta edição, tal como já virou mania, a casa trouxe para o Lobito, Voto Gonçálves e Lulas da Paixão, dois grandes monstros  da música popular angolana, para além dos músicos considerados da casa como: Firmino Tula,  Alberto Chama, Machema, Lena Natal, Tetas e outros, num brilhante acompanhamento o L da Banda Cadete.
Numa edição especial em saudação aos 103 anos de existência da Cidade dos flamingos.
XXI
Com casa cheia e vibrante, platéia heterogênea, com figuras como o Administrador Municipal do Lobito Alberto Ngongo, o Coordenador Nacional de gestão Informativa da ALCA Sousa Dalama,Viriato Santos Pinto empresário e presidente do Sporting do Lobito,  L Poetas Escritores e entidades do aparelho governativo e social.
O Mulemba de idéias dá nota  positiva nesta Edição pois, o responsável da CAROPE Domingos de Brito, dignou-se em convidar várias figuras entre elas este Blog.
Lobito,11 de Setembro de 2016
                                        A Redacção

terça-feira, 6 de setembro de 2016

O Estado da Literatura em Angola

                                     O Estado da Literatura Em Angola.
Realizado hoje, dia 06 de Setembro de 2016,coincidentemente mês do poeta Maior e do herói nacional. Foi bom abster-se de outras tarefas e fixar o sentido da visão à tela da Tv Zimbo.
Dar parabéns à Direcção da estação de televisão  que nos proporcionou este momento.
Dentre os convidados e na minha modesta opinião dar os meus parabéns ao Caro Divaldo Martins, que apesar da sua posição no aparelho governativo é também  oficial da Polícia Nacional. Que apar das intervenções já conhecidas dos magnos Luis Kandjimbo, Carmo Neto e da criticidade constante do processo de sucessão geracional de José Luis Mendonça, Divaldo Martins, escusou-se de ir a favor da onda dos Kotas, para trazer os factos que na sua maneira de pensar unem estas gerações para melhor repartição das causas negativas.
O papel da literatura é indiscutível para o desenvolvimento da Sociedade, se hoje,há uma crise de aceitação destes desígnios, obviamente há também um erro na transmissão dos conectores. Têm  sido constantes e repetitivas as  visões do Escritor José Luis Mendonça que acabem por ser pouco acreditadas pois são imutáveis atribuindo maior descrédito aos jovens. Pois, para Ele a faixa etária dos quase 40 são os jovens, e a faixa etária abaixo desta, não existe claramente. Alegando a experiência da vida que se torna melíflua...
Já o Secretário Geral da União-Carmo Neto com um tom não normal, atribui maior responsabilidade ao Estado e alertando uma maior atenção a esta classe...
Continuando e com Divaldo Martins, respondendo as boas questões que vinham do Jornalista-moderador do programa, Francisco Mendes, também Director da cadeia televisiva em questão; Divaldo Martins foi tocando olhando para uma posição mais aglutinadora para o bem do futuro deste pais e sua afirmação no estrangeiro.  Defendendo na instância,o Projecto de fomento do livro e da leitura do GRECIMA, sua importâncias tangência...
Enfim... Nota muito positiva do programa pois, a sociedade angolana precisa olhar para uma televisão que chame os participes e artífices da causa Nacional de Angola,sobretudo daquelas mentes que previram e acautelaram o processo de Independência e afirmação da Identidade cultural do povo Angolano.
Bem haja a Literatura Angolana.
Benguela, 06, de Setembro de 2016
Efraim Chinguto- www.mulembadeideias.blogspot.com

O Estado da Literatura em Angola

                                     O Estado da Literatura Em Angola.
Realizado hoje, dia 06 de Setembro de 2016,coincidentemente mês do poeta Maior e do herói nacional. Foi bom abster-se de outras tarefas e fixar o sentido da visão à tela da Tv Zimbo.
Dar parabéns à Direcção da estação de televisão  que nos proporcionou este momento.
Dentre os convidados e na minha modesta opinião dar os meus parabéns ao Caro Divaldo Martins, que apesar da sua posição no aparelho governativo é também  oficial da Polícia Nacional. Que apar das intervenções já conhecidas dos magnos Luis Kandjimbo, Carmo Neto e da criticidade constante do processo de sucessão geracional de José Luis Mendonça, Divaldo Martins, escusou-se de ir a favor da onda dos Kotas, para trazer os factos que na sua maneira de pensar unem estas gerações para melhor repartição das causas negativas.
O papel da literatura é indiscutível para o desenvolvimento da Sociedade, se hoje,há uma crise de aceitação destes desígnios, obviamente há também um erro na transmissão dos conectores. Têm  sido constantes e repetitivas as  visões do Escritor José Luis Mendonça que acabem por ser pouco acreditadas pois são imutáveis atribuindo maior descrédito aos jovens. Pois, para Ele a faixa etária dos quase 40 são os jovens, e a faixa etária abaixo desta, não existe claramente. Alegando a experiência da vida que se torna melíflua...
Já o Secretário Geral da União-Carmo Neto com um tom não normal, atribui maior responsabilidade ao Estado e alertando uma maior atenção a esta classe...
Continuando e com Divaldo Martins, respondendo as boas questões que vinham do Jornalista-moderador do programa, Francisco Mendes, também Director da cadeia televisiva em questão; Divaldo Martins foi tocando olhando para uma posição mais aglutinadora para o bem do futuro deste pais e sua afirmação no estrangeiro.  Defendendo na instância,o Projecto de fomento do livro e da leitura do GRECIMA, sua importâncias tangência...
Enfim... Nota muito positiva do programa pois, a sociedade angolana precisa olhar para uma televisão que chame os participes e artífices da causa Nacional de Angola,sobretudo daquelas mentes que previram e acautelaram o processo de Independência e afirmação da Identidade cultural do povo Angolano.
Bem haja a Literatura Angolana.
Benguela, 06, de Setembro de 2016
Efraim Chinguto- www.mulembadeideias.blogspot.com

quarta-feira, 10 de agosto de 2016

NO TAMBOR DO MEU MUNDO

                                          NO MEU TAMBOR
É sem sombras para dúvidas, carregar este sintoma que afecta sem favor o meu tambor.
Já la vão os anos em que aprendi, graças o Poeta dos Poetas- Dr. António Agostinho Neto, Primeiro presidente de Angola, que Estudar era um dever Revolucionário . Slogan muito bom e reflectido com todos os molhos que se impunham na altura. Pois graças a Ele, cresci e vivo olhando para esta verdade.
Porém, ando questionado se antes de mim haviam pessoas que ouviram este magno anúncio profético. Pois noto cada dia que passa, um tambor cheio de alcatrão, ao invés de cerebelo, vejo mentes criminosas ao invés de edificadoras.
Apesar do horror que causam, damos o benefício da dúvida, pois não nem sequer liam a história deste meu tambor ... Não, não estou enganado... Eles passaram na primária , sabem a história deste tambor  Sabem aonde tivemos que passar com os arrastes até conseguirmos estabilidade com este tambor.
Todo o ideal humanizante, se perdeu. Ficamos órfãos de valores. O Português trouxe uma vacina de "esquecemol" que erradicou a verdade que gerou a lógica .
Esquecem até do papel que os Escritores tiveram para conseguir, depois de tantas lutas, a criação da ACA, publicando na instância um pouco antes, a/o Archote.
Estas verdades se perderam, criaram seus próprios conceitos, inverteram a história que já andava invertida.
Hoje mandam até lixar estes nomes, para a erradicação, continuam a nos injectar o esquecemol....
Um Escritor contemporâneo se for mendigar um lweyi, é escorraçado, mandando-lhe a guilhotina verbal.
Quem pode pedir tem que ser:
Miss, Mister, Realizador de festas, bêbado incorrigível e gatuno do século XX.
 Este tambor do pai água...
Todo o mundo vive de víceras hermenêuticas
Vida de mentiras...
O tambor de Miss, de Cuca e de festas...
Esquecem-se dos Escritores que fazem a Letra deste tambor.
De onde vêem ?
Para onde vão ?
Os políticos são as pessoas mais lindas deste universo. São os mais honestos,  os mais seres.
Estamos diante de putrefação eqüilátera...
Enfim....
Echinguto, 10, Agosto de 016

domingo, 31 de julho de 2016

A OTCHILONGO no Mulemba de Idéias

     
 Foi lançada a Revista Otchilongo, no Blog Otchilongo.blogspot.com, no dia 29 de Julho do ano em curso(2016). Blog criado para o suporte da Revista, uma vez que a idéia inicial, segundo o mentor, não era de um lançamento virtual mas, numa edição física. Como todos nós sabemos, do momento  crítico que o mundo está a atravessar, particularmente  Angola, o Blog serviu de cajado. Cumprindo-se com o dito- água mole, pedra dura, bate bate até que fura. A Literatura não Padedece com as crises que se criam pois ela é o estudo de toda a actividade literária, desde os contos mais imples até as concepções filosoficas mais precisas. É a maneira de ser estar e fazer de um povo manifestada através da prosa e do verso da Poesia. E, vale apenas caçar com rato pois vejamos:
  A força de um punhado de homens e mulheres, que fazem os panhos de desenvolvimento de qualquer Nação, está na juventude, aquela que é o elo entre as gerações e transmissores da Cultura daquela determinada Nação.
      Esta, liga-se através dos signos da língua, cor, etnia, religião e pela tríade- Nação- Pátria-Estado. Porque elas contribuem para as renovações  temáticas com influências cosmopolitas, maior criatividade, liberdades linguísticas, desconstruções discursivas e ideológicas, sem deixar as questões da incerteza futura face à desilusão  e à angústia do seu tempo.
      É com estes elementos que a Juventude  sempre faz em prol da construção de uma história limpa e referencial para o amanhã. A Revista Otchilongo que numa tradução literal chamar-se-ia de O País, salvo melhor tradução em contrário na língua Portuguesa , A Revista, criada com o objectivo de reforçar a  identificação, construção da identidade Cultural de um povo.
Iniciativa desta índole,  cria desafios de alturas inatingíveis de situações que até o próprio Mwangolê  dificilmente acredita, criou-se a idéia e a idéia ganhou corpo, e este corpo está formado. Capaz de trazer entendimentos construtivos em prol de uma sociedade que a acada dia se torna mais jovem, mais altruísta, mais TICsista, mais globalizada, o que torna esta juventude mais autoditacta, mais isolada e mais auto-resolvida tendencialmente.
O desafio que Deusdedith Manuel João coloca, acaba por ser um circuito de ideias desafiantes da própria sociedade, e da Joventude em Particular, pois, coloca-se na idéia de que  para insentivar o hábito da leitura não precisamos de ter gabinetes, salas climatizadas nem tãopouco, termos dinheiro para que a leitura aconteça. Esta Revista cria um desafio também aos endinheirados, aqueles que patrocinam festas de bumbum dourados, Ravs de calça rota, Ravs militares e outras, sem valor de transmissão cultural, de construção do nosso panho Social... Daí ser o momento da revista existir. Experiênte nas várias associações e grupos comunitário, Desdedith, reforça também a importância de se pertencer hà uma comunidade organizada, daí a Revista ter o Slogan: Escrever para o Futuro.
Com esta Primeira Edição auguramos que surjam as outras e apareçam novos partícipes e Artífices, para que a sua Publicação em suporte físico seja um facto constante.
   
                                                        O Editor do Mulemba
                                                               31.7.2016